
Espondilolistese: Diagnóstico e Tratamento Especializado
O deslizamento vertebral pode causar dor lombar, dor nas pernas e instabilidade da coluna. O diagnóstico preciso é essencial para definir o melhor tratamento.
Agendar minha avaliaçãoResumo
A espondilolistese é o escorregamento de uma vértebra sobre a outra, causando instabilidade segmentar, dor lombar e, em casos avançados, compressão nervosa com ciática. Pode ser degenerativa (adultos) ou ístmica (jovens). O tratamento varia de fisioterapia a artrodese, conforme o grau de escorregamento e os sintomas neurológicos. Dr. Paulo Cortez (CRM-RJ 747505) é especialista em espondilolistese em Niterói e Rio de Janeiro.
Recebeu diagnóstico de espondilolistese e tem dúvidas?
O deslizamento de uma vértebra sobre a outra pode causar dor lombar e ciática. Nem todo caso precisa de cirurgia — o tratamento depende do tipo, do grau e dos sintomas. A avaliação especializada é o primeiro passo.
O que é espondilolistese?
A espondilolistese é o deslizamento de uma vértebra sobre a vértebra imediatamente abaixo. Essa condição pode ocorrer em qualquer nível da coluna, mas é mais comum na região lombar, especialmente entre a quarta e a quinta vértebra lombar (L4-L5) ou entre a quinta vértebra lombar e o sacro (L5-S1). O deslizamento pode comprimir as raízes nervosas, causando dor, formigamento e fraqueza nas pernas.

A condição pode ser classificada em graus de I a V, de acordo com a intensidade do deslizamento. A maioria dos casos é de grau I ou II e pode ser tratada de forma conservadora. Graus mais avançados podem necessitar de tratamento cirúrgico.

Você se identifica com alguma dessas situações?
- Sente dor lombar que piora ao ficar em pé ou caminhar por muito tempo
- A dor na lombar irradia para a nádega ou para a perna
- Sente que a coluna está instável ou que algo está fora do lugar
- Tem rigidez lombar que dificulta os primeiros movimentos do dia
- Já recebeu diagnóstico de espondilolistese e quer entender melhor
- Recebeu indicação de cirurgia de artrodese e quer uma segunda opinião
- Pratica esporte e sente dor lombar que piora com a atividade
Se você respondeu sim a qualquer uma dessas perguntas, é importante procurar avaliação especializada.
Tipos de espondilolistese
Existem diferentes tipos de espondilolistese, cada um com causas e características próprias:
- Ístmica (espondilolítica): Causada por uma fratura de estresse na pars interarticularis (espondilólise). É a forma mais comum em jovens e atletas.
- Degenerativa: Causada pelo desgaste dos discos e das articulações facetárias ao longo do tempo. Mais comum em adultos acima de 50 anos.
- Traumática: Causada por fratura aguda de elementos vertebrais, geralmente após trauma de alta energia.
- Displásica (congênita): Causada por malformação congênita das articulações facetárias.
- Patológica: Causada por doença que enfraquece o osso, como tumores ou infecções.
Tem dúvidas sobre espondilolistese?
O Dr. Paulo Cortez avalia cada caso individualmente em Niterói e no Rio de Janeiro.
Agendar minha avaliaçãoDiagnóstico
O diagnóstico da espondilolistese começa com a avaliação clínica detalhada, incluindo o exame neurológico. O Dr. Paulo Cortez solicita exames de imagem para confirmar o diagnóstico e avaliar a gravidade:
- Radiografia da coluna lombar: Permite visualizar o deslizamento e medir o grau de escorregamento. As radiografias dinâmicas (em flexão e extensão) são fundamentais para avaliar a instabilidade.
- Ressonância magnética (RM): Avalia a compressão das raízes nervosas, o estado dos discos intervertebrais e a presença de estenose do canal.
- Tomografia computadorizada (TC): Oferece detalhes da anatomia óssea e pode identificar fraturas da pars interarticularis (espondilólise).
Tratamento conservador
A maioria dos casos de espondilolistese de grau I e II pode ser tratada de forma conservadora, com resultados satisfatórios. O tratamento inclui:
- Medicamentos para controle da dor e inflamação
- Fisioterapia com foco em fortalecimento da musculatura do core
- Orientações posturais e ergonômicas
- Infiltrações guiadas por imagem para alívio da dor em casos mais intensos
- Restrição de atividades que agravam os sintomas
Quando a cirurgia é necessária?
A cirurgia é considerada quando:
- O tratamento conservador não trouxe alívio adequado após 3 a 6 meses
- Há déficit neurológico progressivo (fraqueza nas pernas, perda de sensibilidade)
- Há instabilidade vertebral significativa nas radiografias dinâmicas
- O deslizamento é de grau alto (III, IV ou V)
- A dor é incapacitante e impede as atividades diárias e profissionais
- Há estenose do canal associada com claudicação neurogênica
Técnicas cirúrgicas
O objetivo da cirurgia é descomprimir as estruturas nervosas e estabilizar o segmento afetado:
- Artrodese lombar (fusão vertebral): Estabiliza o segmento com parafusos pediculares e cage intersomático.
- Artrodese minimamente invasiva: Mesma eficácia da técnica aberta, mas com incisões menores e recuperação mais rápida.
- XLIF/OLIF (acesso lateral): Permite a colocação de cage intersomático de grande tamanho através de incisão lateral.
- Descompressão associada: Quando há estenose, a descompressão das raízes nervosas é realizada no mesmo procedimento.
Recuperação após a cirurgia
Com as técnicas minimamente invasivas, a recuperação é significativamente mais rápida. Na maioria dos casos, o paciente recebe alta hospitalar em 2 a 3 dias e pode retornar às atividades leves em 4 a 6 semanas. A fisioterapia pós-operatória é fundamental para fortalecer a musculatura e otimizar os resultados a longo prazo.
Sinais de alerta — procure avaliação urgente
- Fraqueza progressiva nas pernas que está piorando
- Perda de controle da urina ou das fezes
- Dormência progressiva nas pernas ou na região genital
- Dor lombar intensa após trauma ou queda
- Dificuldade crescente para caminhar ou manter o equilíbrio
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Aviso importante: As informações desta página têm finalidade educativa e não substituem uma consulta médica individualizada. O diagnóstico e a escolha do tratamento dependem da avaliação clínica, dos exames de imagem e das características de cada paciente. Dr. Paulo Cortez — CRM-RJ 747505 | RQE 19473.
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