
Diagnóstico precoce, acompanhamento clínico e correção cirúrgica da escoliose com técnicas modernas de instrumentação vertebral.
Agendar minha avaliaçãoResumo
A escoliose é uma deformidade tridimensional da coluna com curvatura lateral superior a 10° (ângulo de Cobb). Pode ser idiopática, degenerativa ou neuromuscular. Nem toda escoliose precisa de cirurgia — a indicação depende da progressão, dor e comprometimento funcional. O Dr. Paulo Cortez é especialista em correção de escoliose em adolescentes e adultos em Niterói e Rio de Janeiro.
Percebeu que a coluna está torta ou desalinhada?
A escoliose pode progredir silenciosamente. O diagnóstico precoce e o acompanhamento especializado são fundamentais para definir o melhor tratamento — seja conservador ou cirúrgico.
A escoliose é uma deformidade tridimensional da coluna vertebral, caracterizada por uma curvatura lateral anormal. Pode afetar crianças, adolescentes e adultos, com causas e tratamentos diferentes para cada faixa etária. A forma mais comum é a escoliose idiopática do adolescente, que surge durante o período de crescimento e afeta 2-3% da população nessa faixa etária (Weinstein et al., The Lancet, 2008).
Se você respondeu sim a qualquer uma dessas perguntas, é importante procurar avaliação especializada.
A escoliose idiopática do adolescente é a forma mais frequente, afetando principalmente meninas durante o período de crescimento. O diagnóstico precoce é fundamental, pois curvas detectadas no início podem ser acompanhadas e, em alguns casos, tratadas com colete ortopédico para evitar a progressão.
A cirurgia é indicada quando a curva atinge graus significativos ou quando há progressão documentada apesar do uso do colete. O objetivo cirúrgico é corrigir a deformidade, equilibrar o tronco e impedir a progressão da curva. A decisão é sempre individualizada, considerando a maturidade esquelética, o padrão da curva e as expectativas do paciente e da família.
A escoliose degenerativa do adulto é causada pelo desgaste natural dos discos e articulações da coluna, manifestando-se com maior frequência a partir da meia-idade. Diferente da escoliose do adolescente, a principal queixa é a dor — lombar, irradiada para as pernas ou ambas. A deformidade pode progredir lentamente e causar desequilíbrio do tronco.
O tratamento prioriza o alívio da dor com medicamentos, fisioterapia e infiltrações. A cirurgia é indicada quando há dor incapacitante, déficit neurológico ou desequilíbrio progressivo do tronco.
Tem dúvidas sobre escoliose?
O Dr. Paulo Cortez avalia cada caso individualmente em Niterói e no Rio de Janeiro.
Agendar minha avaliaçãoO diagnóstico da escoliose é feito através do exame clínico (teste de Adams) e confirmado por radiografias panorâmicas da coluna. A ressonância magnética pode ser necessária para avaliar a medula espinhal e os nervos antes de uma eventual cirurgia. O ângulo de Cobb é a medida utilizada para classificar a gravidade da curva.

A correção cirúrgica da escoliose envolve a colocação de implantes (parafusos e hastes) para realinhar a coluna e manter a correção. O Dr. Paulo Cortez utiliza técnicas modernas de instrumentação que permitem correções mais precisas e seguras, incluindo acesso lateral (XLIF/OLIF) quando indicado para reduzir a agressão cirúrgica.
A monitorização neurofisiológica intraoperatória é utilizada nas cirurgias de escoliose para contribuir com a segurança da medula espinhal e dos nervos durante o procedimento. O planejamento cirúrgico é individualizado, levando em consideração o tipo de curva, a flexibilidade, o equilíbrio sagital e as condições clínicas de cada paciente.
Os resultados variam conforme o tipo de escoliose, a técnica utilizada e as condições clínicas de cada paciente. A indicação é sempre individualizada.
Aviso importante: As informações desta página têm finalidade educativa e não substituem uma consulta médica individualizada. O diagnóstico e a escolha do tratamento dependem da avaliação clínica, dos exames de imagem e das características de cada paciente. Dr. Paulo Cortez — CRM-RJ 747505 | RQE 19473.
Agende uma avaliação com o Dr. Paulo Cortez e descubra o melhor caminho para o seu caso — conservador ou cirúrgico.